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Há um consenso no imaginário do brasileiro: o parto normal é menos arriscado para a mãe e para o bebê. Mas o Brasil ainda é o país que realiza o maior número de cesáreas no mundo. Uma das convidadas do Fórum, Daphne Rattner, presidente da Rede pela Humanização do Parto e do Nascimento, explica que a cesárea só deveria ser recomendada diante de complicações. Leia a íntegra da sinopse https://is.gd/06KZKf

Clique no link abaixo para assistir o vídeo

Em relação às novas recomendações do Conselho Federal de Medicina sobre a cesárea eletiva, constantes na publicação no site do Conselho Federal de Medicina "CFM define critérios para realização de parto cesariano", o posicionamento da ReHuNa é:

1- é extremamente importante aguardar que a gestante entre em trabalho de parto, mais do que estipular alguma idade gestacional para o parto acontecer. Cada bebê tem sua época de amadurecimento;

2- por outro lado, se mais obstetras e gestantes forem esperar até as 39 semanas, é mais provável que elas entrem em trabalho de parto, o que é positivo;

3- também é positivo que, com essa medida, menos bebês correrão o risco de apresentar prematuridade iatrogênica ao nascer;

4- mas é preocupante que um órgão oficial de médicos legitime, em suas orientações, a cesárea eletiva, mesmo alegando a autonomia da mulher.

Para maiores informações, segue link parta debate com o membro do Colegiado da ReHuNa, Bráulio Zorzella, na TV Jovem Pan.